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Do Blog de Augusto Nunes, na revista Veja
O Congresso Nacional não tem conseguido fiscalizar a máquina pública e, em consequência disso, praticamente abdicou do dever de corrigi-las. Conjugados, o corporativismo crônico e a corrupção endêmica institucionalizaram a impunidade, reafirmada pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). Com raríssimas exceções, acabam em pizza, como comprova um estudo desenvolvido por Wellington Oliveira, professor de Direito Constitucional da Universidade Anhanguera e criador do Instituto CPI Brasil.
leia mais em:
Decepção e frustração. Esses são os sentimentos atuais e remanescentes de quase todos brasileiros sobre a concessão de liminares, por parte do poder judiciário, aos candidatos “fichas-sujas”. A forma interpretativa de qualquer juiz que concede esse tipo de benefício e imunidade aos maus políticos, sempre será fruto de análise subjetiva, com a frieza das letras que compõem as Leis. Alguns pareceres jurídicos são tão difíceis e enfadonhos para ler que acabam desmotivando o entender. Doutores da escrita nem sempre se fazem claros e pelas sombras dos argumentos “legais” atenuam o que deveria ser eliminado.
A grande demanda de processos que tramitam nos fóruns brasileiros, reflete bem que a “matilha de lobos politiqueiros” é a grande beneficiada pelos “habeas corpus constantis”. O sistema é de embromação (ou embromation) e com isso as quadrilhas de alguns parlamentares vão se perpetuando pelas reeleições. Em vários estados da federação, guardado o devido respeito e proporção, a Assembléia Legislativa está mais para um referencial de capitania hereditária do que propriamente para uma escolha bem feita. Supõe-se que a continuidade nas urnas vem sendo praticada pelos “altíssimos investimentos” na conta de alguns prefeitos e vereadores. Basta percorrer as localidades e perguntar pelas “lideranças”. Um arranjo bem orquestrado e com muita disposição de gastos. Uma vergonha para a democracia. Por isso é hora de reagir e agir. A reorganização comunitária, popularizando a boa e verdadeira informação é preciosa conduta contra a indústria do nepotismo eleitoral e contra os usurpadores da boa fé dos povos. A mídia digital, decente e verdadeira, é e sempre será imprescindível, inclusive nas eleições de 2010. Se por um lado não conseguimos limitar as liminares, por outro temos nas mãos uma força imensurável pela mudança, se possível em 100% dos deputados. Com ação e determinação vamos varrendo a sujeira. Cada um começando pela frente de sua casa, sem esperar benefícios ou moeda de troca por isso. A população é do tamanho do sonho de cada um de seus componentes. A população não precisa e não depende de nenhum juiz, mesmo que alguns usem canetas de ouro. A população de bem tem, sim, é muito juízo. Basta colocá-lo em prática.
* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.
por Benett via Gazeta do Povo
BLOG do Josias de Souza
BRASÍLIA
blog do Milton Jung na Radio CBN
O salário do deputado estadual de São Paulo é de R$ 12.384,06, mas todo mês é turbinado com mais R$ 2.250,00 a título de bolsa-moradia, mesmo que ele more na capital, onde é a sede da Assembleia Legislativa. Caso do deputado do PSOL Celso Gianazzi que diz ser contra o pagamento, ter reclamado no início da legislatura, mas que segue recebendo o dinheiro, pois foi informado pela Mesa Diretora que o valor registrado em holerite tem respaldo do STF.
Os deputados de SP tem direito a 14 salários, além de verba indenizatória de R$ 17,8 por mês e R$ 76,2 mil para manter 17 funcionários no gabinete. Junta tudo, multiplica pelas vezes que cada um desses valores são pagos, divide por 12, e você descobre que cada um deles custa para os cofres públicos de São Paulo R$ 112,3 mil por mês.
A bolsa-moradia foi criada por meio de projeto de lei no fim de dezembro de 2002 quando o presidente da Assembleia era o atual secretário municipal de Esportes Walter Feldmann. Em nome da “igualdade” – fraternidade teria a ver com isso também ? -, foi estendido a todos os deputados em 2003.
Ouça a entrevista com o deputado estadual Carlos Gianazzi (PSOL-SP)
Tão ensimesmados que consideram um sacrifício absurdo ter que deixar algumas das ridículas benesses que auto instituiram para o exercício do cargo (e também para depois de qualquer tempo de posse, no caso de titulares e suplentes) de representantes de seus eleitores, mas em nenhum momento estão preocupados no sacrifício feito por aqueles que financiam esses abusos de uma corte monárquica, através de uma alta carga tributária impossível de ser justificada.
VOTO NULO PARA SENADOR!
De certa forma, é uma homenagem.
Porque ficamos tão comovidos quando vimos num debate na tv Gazeta, alguns domingos atrás, com a participação de 3 deputados representantes de partidos da situação e oposição, uma justificativa sobre a criação da tal verba indenizatória de 15 mil reais para cada um deles na câmara:
Segundo um dos parlamentares, ela serviria para dar suporte aos DEPUTADOS POBRES que não tem condições financeiras para manter seu escritório político em seus estados de origem e mal podem sustentar uma vida decente.
Engraçado foi perceber que isso foi disparado quase no final do programa, depois desse mesmo deputado ter defendido teses que nós estamos totalmente de acordo, principalmente quanto ao diagnóstico radical que nosso sistema eleitoral esta falido, baseado inclusive em sua condição de relator de mais uma reforma política que naufragou por falta de interesse de seus pares em mudar a distância entre representantes e representados no exercício democrático.
Aos 45 minutos do segundo tempo, ele marcou um gol contra que jogou por terra toda extraordinária clareza de seu raciocínio, mas conseguiu definitivamente entrar para a galeria do FEBAPÁ, a genial sigla inventada pelo imortal Stanislaw Pontepreta para reunir o bestialógico arsenal de nossos proceres, no inefável esforço de auto desmoralização.
A contribuição do deputado ao Festival de Besteiras que Assola o País foi tamanha que não resistimos e decidimos quase montar uma banda de punk pop com esse nome, mas depois vimos que seria mais adequado colocar aqui mesmo, como um nome fantasia, bem significativo.
É claro que ele não poderia ficar sozinho na ribalta, logo em seguida tivemos a cena em plenário do senador Gerson C. se derramando em lágrimas, como se enciumado pelo oportunismo de seu colega congressista, declarando que as acusações de corrupção que esta sofrendo seriam ainda mais injustas por sua condição de orfão de pai e mãe. Ou a entrevista de um outro obscuro deputado do baixo clero que reagiu indignado ao corte da mamata das viagens de parentes dizendo que não dá para comparar a condição de parlamentar com um trabalhador comum, senão era melhor até fechar “isso aqui” (sic), disse se referindo ao congresso. Depois arrependido voltou atrás, claro que não sobre sua defesa ao privilégio da corte, mas apenas sobre a parte de acabar com o parlamento, apenas uma questão retórica, como gostam de dizer por lá.
Devido ao inesgotável senso de dever auto complacente e as participações espontâneas de tantos homens públicos para incrementar as manchetes de jornal e os assuntos nesse site, decidimos também ampliar o sentido da expressão que nos inspirou a rebatizar esse BLOG, alterando para POLÍTICOS POBRES, de semantica mais generalista, dando nossa contribuição ao propósito de inclusão social sem preconceito de todos aqueles que cabem nessa expressão.
Principalmente os pobres de espírito.
Do tiroteio entre o pai de Fernando Collor e Góes Monteiro, que a má pontaria de Arnon de Melo resultou na morte do suplente de Senador José Kairala diante de mulher e filhos que assistiam à sua estréia no Senado, ao pronunciamento de Cristovam Buarque, pedindo o fechamento do Congresso Nacional, nada a acrescentar a respeito de ética, civilidade e moral.
Veja o resto do interessante artigo do Carlos Magno Gibrail no Blog do Milton Jung na www.cbn.com.br
Roberto Pompeu de Toledo na veja
“Há muitos campeões do atraso na política brasileira.
Sarney é o campeão dos campeões, tanto por antiguidade quanto, sobretudo, por mérito’
(leia mais…até o fim da semana este conteúdo pode ser exclusivo para assinantes, depois tem acesso livre)
Blog da Lucia Hippolito:
O mensalão, os recentes escândalos no Senado e agora a descoberta do envolvimento da construtora Camargo Correia em doações para partidos e políticos à base de caixa 2 revelam aquilo que já se sabe há tempos: o modelo de representação entrou em colapso no Brasil. (leia mais…)
Blog do Noblat -
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriu no plenário da Casa hoje a realização de um plebiscito para que a população decida sobre o fechamento do Congresso Nacional. A ideia do senador decorre das críticas que o Congresso vem recebendo.
“A reação é tão grande hoje contra o parlamento que talvez fosse a hora de fazer um plebiscito para saber se o povo quer ou não que o parlamento continue aberto”, afirmou o senador.
Cristovam disse que não pretende apresentar nenhuma proposta formal neste sentido, mas afirmou que se a população votasse pelo fechamento a medida não poderia ser entendida como golpe. Ele afirma que, caso o plebiscito viesse a ocorrer, faria campanha para que o parlamento continue aberto. Leia mais em: Senador sugere plebiscito para debater fechamento do Congresso.
Ainda atual…
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