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Name: Alberto
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Eu voto Marina e não respondo pesquisa! Voto nulo pra senador e não tenho opinião política remunerada. Marina é a evolução do Silva, uma evangélica que admite o debate sobre temas polêmicos é muito melhor do que metamorfoses ambulantes (bom pra malucos belezas, péssimo para políticos eleitos). É preciso o contraponto e o direito ao contraditório na discussão levantada sobre a anti crítica da razão pura ou nem tanto.
No twitter: #euvotomarina
do Blog Radar on line de Lauro Jardim na VEJA
Um vídeo colocado ontem no Youtube começa a se espalhar pela internet com uma campanha chamada #Ligalula. O objetivo é levar Lula a ligar para seu aliado Mahmoud Ahmadinejad pedindo que seja suspensa a condenação à morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, acusada de infidelidade.
Clique aqui para assinar a petição virtual
Link do video no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=QnDBib2X8rE
(obrigado ao Edson Santos pelos links)
Do Blog de Augusto Nunes da VEJA
O preço oficial que aparece na folha de pagamento é de R$ 16.512,09, mas cada um dos 513 deputados brasileiros custa aos cofres públicos pelo menos R$ 99 mil por mês. Total da despesa com a Câmara: R$ 50.787.000,00. O gasto com cada um dos 81 senadores (cujo salário é igual ao dos deputados) é de R$ 120 mil. Com o Senado, portanto, a despesa soma R$ 9.720.000,00 por mês.
Os números foram extraídos de um levantamento realizado pelo site Congresso em Foco, com base em informações da Câmara, do Senado e da Ong Transparência Brasil, e vem acompanhado de um aviso: “o valor ainda pode aumentar com a incorporação de serviços e cotas difíceis de mensurar”. Entre as “dúvidas” estão a verba destinada a “correspondências mensais” (de 4 mil a 159 mil), o plano de saúde vitalício e ilimitado, as diversas cotas de impressões e “materiais de expediente”.
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Do Blog de Augusto Nunes, na revista Veja
O Congresso Nacional não tem conseguido fiscalizar a máquina pública e, em consequência disso, praticamente abdicou do dever de corrigi-las. Conjugados, o corporativismo crônico e a corrupção endêmica institucionalizaram a impunidade, reafirmada pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). Com raríssimas exceções, acabam em pizza, como comprova um estudo desenvolvido por Wellington Oliveira, professor de Direito Constitucional da Universidade Anhanguera e criador do Instituto CPI Brasil.
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Decepção e frustração. Esses são os sentimentos atuais e remanescentes de quase todos brasileiros sobre a concessão de liminares, por parte do poder judiciário, aos candidatos “fichas-sujas”. A forma interpretativa de qualquer juiz que concede esse tipo de benefício e imunidade aos maus políticos, sempre será fruto de análise subjetiva, com a frieza das letras que compõem as Leis. Alguns pareceres jurídicos são tão difíceis e enfadonhos para ler que acabam desmotivando o entender. Doutores da escrita nem sempre se fazem claros e pelas sombras dos argumentos “legais” atenuam o que deveria ser eliminado.
A grande demanda de processos que tramitam nos fóruns brasileiros, reflete bem que a “matilha de lobos politiqueiros” é a grande beneficiada pelos “habeas corpus constantis”. O sistema é de embromação (ou embromation) e com isso as quadrilhas de alguns parlamentares vão se perpetuando pelas reeleições. Em vários estados da federação, guardado o devido respeito e proporção, a Assembléia Legislativa está mais para um referencial de capitania hereditária do que propriamente para uma escolha bem feita. Supõe-se que a continuidade nas urnas vem sendo praticada pelos “altíssimos investimentos” na conta de alguns prefeitos e vereadores. Basta percorrer as localidades e perguntar pelas “lideranças”. Um arranjo bem orquestrado e com muita disposição de gastos. Uma vergonha para a democracia. Por isso é hora de reagir e agir. A reorganização comunitária, popularizando a boa e verdadeira informação é preciosa conduta contra a indústria do nepotismo eleitoral e contra os usurpadores da boa fé dos povos. A mídia digital, decente e verdadeira, é e sempre será imprescindível, inclusive nas eleições de 2010. Se por um lado não conseguimos limitar as liminares, por outro temos nas mãos uma força imensurável pela mudança, se possível em 100% dos deputados. Com ação e determinação vamos varrendo a sujeira. Cada um começando pela frente de sua casa, sem esperar benefícios ou moeda de troca por isso. A população é do tamanho do sonho de cada um de seus componentes. A população não precisa e não depende de nenhum juiz, mesmo que alguns usem canetas de ouro. A população de bem tem, sim, é muito juízo. Basta colocá-lo em prática.
* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.
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